E3 2018 - Capcom

Resident Evil 2, Mega Man 11 e Monster Hunter Generations Ultimate

Eduardo Andrade
27/06/2018 11h02

Sou fã da produtora Capcom, ainda mais quando ela resolve voltar com as suas franquias mais antigas, tipo Mega Man.

Na minha lista de top 10 de jogos favoritos, a Capcom já leva três facilmente, são eles: Mega Man, Devil May Cry e Monster Hunter. Esse último tem lugar garantido.

Meu coração quase não aguenta de tanta emoção, estar numa edição da E3, onde tem dois jogos da lista dos favoritos e ainda, o anúncio do terceiro.

Monster Hunter Generations Ultimate

Será que conseguiria voltar aos jogos antigos, depois de jogar o novo? MHW foi uma evolução para a série e foi fácil se acostumar com as novidades. Naquele momento, tinha a resposta para minha dúvida.

Não somente é fácil voltar para a jogabilidade antiga, como eu quis voltar. A demo que estava disponível na E3 é daquelas que sempre tem.

Alguns níveis de dificuldade, equipamentos prontos e multiplayer. Para matar a saudade, enfrentei três vezes o Barioth. Na primeira foi a mais difícil, pois ainda estava com os vícios do World. Na segunda em diante, pude aproveitar todo o jogo e ter uma ideia do que estará por vir.

Mega Man 11

A estrela mais aguardada da Capcom.

Mega Man está de volta e ainda, mais difícil do que nunca. Nosso herói azul possui uma nova habilidade que envolve engrenagens. Uma delas deixa o jogo em câmera lenta, ajudando a passar por aquelas partes que têm mais inimigos e a outra deixa mais rápido.

Essas duas habilidades recarregam com o tempo. DICA: Tome cuidado para não sobreaquecer a habilidade. Quando a barra de vida está em nível crítico é possível ativar as duas juntas.

Ou, esqueça tudo isso e avance no jogo a moda antiga.

Demorei um pouco para me acostumar e posso garantir que fica mais divertido com as novidades.

O nível de dificuldade esta maior, com relação aos anteriores, quando fui jogar, recebi a instrução de tentar primeiro no Casual. Como veterano da série, ri internamente, claro. Ao

chegar no Boss e perder todas as minhas vidas (só nele) entendi o porquê da instrução (realmente é um jogo a ser treinado). O Boss muda o padrão de ataque e quando está com a barra de vida no crítico ele também começa usar a engrenagem.

Então, para os fãs de Mega Man podem comemorar, ele está muito bom e cheio de novidades.

Resident Evil 2

Quem me conhece sabe que eu não sou um dos maiores fãs de Resident Evil.

Não gosto de Resident, mas a verdade é que, sou muito ruim. Na primeira versão, gastava toda a munição logo no primeiro cachorro que quebrava a janela. O RE2 consegui terminar jogando no Nintendo 64. Já quando a Capcom resolveu renovar a série no RE7, resolvi testar e achei o melhor. E, pensando nisso, resolvi dar uma chance a demo do RE22.

Inicia com o Leon chegando na delegacia, ele vai muito além do visual refeito. Resident Evil 2 conta com uma nova câmera, onde temos a visão acima do ombro do personagem principal.

Temos novas maneiras de resolver os puzzles já que, não temos a câmera fixa e a melhor parte, muito Gore. Sabe aquela cena do policial perdendo a cabeça com uma pá em RE7, pois bem, nesse temos um NPC perdendo a parte de baixo do corpo e as entranhas são espalhadas pelo chão logo.

Tenho duas afirmações:

Continuo muito ruim e Resident Evil 2 leva o título do melhor jogo dessa edição do evento. (na minha opinião) A Capcom não trouxe apenas uma demo, ela trouxe uma verdadeira experiência de jogo e, por isso ressalto que, foi o melhor da E3 2018.

Não vejo a hora de passar raiva e medo com Resident Evil 2.

Confira um pouco de Resident Evil 2.

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