E3 2018 - 505 Games & Deep Silver

Bloodstained, Metro e Indivisible

Eduardo Andrade
05/07/2018 16h01

505 Games

Bloodstained: Ritual of the Night

Aos que me acompanham sabem o quanto espero o Bloodstained. O real motivo não é pelo jogo, mas sim por ele ser o sucessor do Castlevania e a cada demo que lança fico mais impressionado.

Nesse ano tínhamos disponível uma continuação da versão apresentada em 2016, entretanto, não foi só isso, a demo nos trouxe detalhes da história, mostrando o vilão e um pouco dos personagens que acompanharam a Miriam.

Na nova demo voltamos na história e entendemos o porquê a Miriam estava naquele barco (demo de 2016). Nossa heroína se dirigia a uma cidadezinha para ajudar algumas pessoas do vilarejo e no meio do caminho apareceu, o que parece ser o vilão, que logo enfrentamos.

Nesse momento, acaba a demo de 2016 e começa a de 2018. Já no vilarejo somos recebidos por alguns personagens, sendo dois deles novos que ajudarão na sua busca, inclusive com as lojas no jogo.

Testamos algumas armas e ataques especiais, durante o gameplay também peguei habilidades. Infelizmente o tempo era curto, não dando tempo de terminá-lo (nem cheguei no Boss).

Em geral a demo mostrou muito mais do jogo, conseguimos sentir a jogabilidade de Castlevania presente. Na verdade, a evolução contínua da série está ali. Me parece que o jogo continua do Order of Ecclesia e cada vez mais, aumenta o hype.

Indivisible

Antes de começar a escrever sobre o jogo, preciso assumir que não conhecia e nem havia lido nada sobre Indivisible. Apesar de ter sido anunciado em 2015 o jogo é totalmente novo para mim.

Acabei entrando no meio da apresentação, então perdi um pouco do bate papo com os desenvolvedores, mas fui direto para o gameplay.

Indivisível ficou uma mistura perfeita de MetroidVania com batalhas de RPG, ao estilo Valkyrie Profile e visuais dos criadores de Skullgirls.

De começo achei um pouco estranho, não esperava um RPG com um modo de exploração ao estilo Metroidvania. Gostei do modo de combate similar ao de Valkyrie Profile.

Os dois modos de jogo se encaixaram muito bem e flui de uma maneira incrível. Quando menos percebi, meu tempo já havia esgotado.

Pesquisando um pouco mais, descobri que são dos mesmos produtores de Skullgirls. Não vejo a hora de pegar para o Nintendo Switch.

Deep Silver

Metro: Exodus

Conheci Metro através de um amigo, como fã do jogo ele sempre me falou bem. Nunca havia dado a oportunidade para o jogo, até agora.

Na E3 2018 fui descobrir aonde a Deep Silver estava, nos 45 do segundo tempo, ainda bem que conseguimos um horário.

A Deep Silver recriou o ambiente do jogo na sala, deixando a parede que nos cercava igual ao cenário. Não sei se foi proposital, mas o ar condicionado estava tão frio que me senti estando no inverno do jogo.

É uma continuação das edições anteriores, você começa em um trem que é parado pela identificação de algo nos trilhos. Depois de uma conversa com a equipe, somos enviados para explorar os arredores. Neste momento, temos a liberdade para seguir sem destino no mapa e encontrar as maravilhas do mundo pós apocalíptico ou seguir em frente com a história.

Comecei explorando um pouco do mapa, morrendo algumas vezes pela afobação. Na sequência, segui a história e cheguei em uma cidadezinha onde acontecia um culto. Descobri que a Eletricidade era coisa do demônio e que ali era uma armadilha para maioria dos viajantes. Tive ajuda de uma mãe com uma filha para escapar.

A partir dali começava a ação, pena que morri diversas vezes, pela não habilidade com a mira. Após algumas tentativas descobri o maravilhoso sistema de furtividade do jogo e finalmente me dei bem, matando a cidadezinha toda (estava mais para uma grande igreja).

Um novo objetivo surgiu, tínhamos que viajar para mais longe (e a demo acabou), não deu tempo de saber muito dessa missão.

Se fosse tão somente um jogo em primeira pessoa, não teria gostado tanto, no entanto, o sistema de furtividade está excelente e fez toda a diferença durante o meu gameplay.

Para aqueles que não jogaram Metro, foi lançada uma edição remasterizada na nova geração, contendo os dois primeiros e eu já peguei a minha durante a minha viagem. Jogarei antes de lançar o novo, para aproveitar toda a história.

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E3 2018 - Capcom

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