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Análise



Analise: Jogamos Extinction o novo game da Iron Galaxy

Sobreviver não é o bastante neste game.

30/05/2018 18h31

Extinction é o jogo da Iron Galaxy Studios conhecida no mercado pela criação do novo Killer Instict, o jogo se passa em um mundo de fantasia com enormes criaturas onde você deve enfrentá-las em uma guerra travada. Você será o único com poder de salvar as aldeias e garantir a sobrevivência dos humanos que moram nelas. Ogres, gárgulas e orcs, ameaçam a humanidade da extinção, numa premissa que é impossível de comparar com Attack on Titan.

No game você controla Avil, com ajuda indireta de sua companheira Xandra, devem salvar pessoas e derrotar monstros.

Essas pessoas estão em volta de cristais de teletransporte que você deve ativar para retirá-las do perigo. Enquanto o jogador faz isso, monstros irão aparecer para matar as pessoas da cidade. Que complacentemente permanecerão paradas enquanto são atacadas. Avil deve então correr entre essas diversas pedras de teletransporte espalhadas pelo mapa, salvar cidadãos e matar mais monstros. Depois ele deve fazer isso novamente. E mais uma vez. E isso se repete ao longo de todo o game. Os únicos momentos de variedade são quando os Ravenii (os ogros gigantes) aparecem.

Avil foi treinado para enfrentar essas criaturas enormes. Suas técnicas e poderes permitem que ele consiga escalar os monstros sem problemas.

Ao derrotar monstros e salvar cidadãos, Avil vai ganhando cargas em seu medidor de foco. Essas cargas também podem ser adquiridas destruindo a armadura e amputando partes dos gigantes. Quando o medidor enche, Avil pode subir até a cabeça do Ravenii e dar o golpe final. Com um corte giratório na base do pescoço, o Ravenii é decapitado e o medidor é zerado.

Caso haja um segundo gigante, é preciso encher o medidor novamente executando as mesmas tarefas. E o processo é o mesmo caso a fase tenha um terceiro, quarto ou quinto gigante.

Em suma, enfrentar os Ravenii é divertido, mas ser obrigado a realizar esses objetivos simplistas para executar o gigante acaba sendo tedioso. Desviar de pés enormes, mãos gigantes ou tacapes do tamanho de um prédio trazem desafio. Mas se acompanhado de uma mecânica preguiçosa, a mágica desaparece.

São poucos os personagens que participam da narrativa do jogo. Todo o diálogo é feito através de caixas de texto com as fotos dos personagens ao lado. Entre alguns capítulos ganhamos algumas animações contando o passado de Avil e Xandra, contando como se tornaram Sentinelas.

A história de sobrevivência e a construção de um grande portal para salvar a humanidade pode entreter um pouco. Mas, após algumas horas de jogo, a narrativa fica tediosa.

São poucos os pontos que fazem o jogador se animarem com o desenrolar da história. Mas em sua maioria são diálogos vazios, que acabam não culminando em nada. Se Extinction ganhar uma continuação, os problemas desse jogo podem ser acertados, mas até lá matar gigantes pode deixar um gosto amargo na boca.

Prós

▪ A dificuldade do jogo aumenta, conforme o avanço;

▪ Jogabilidade com boas respostas de comando.

▪ Cenário Interativo.

Contras

▪ Pouca variedade de monstro ficando muito repetitivo os mesmo.

▪ Missões repetitivas.

▪ Não tem um foco na história deixando a desejar no enredo.

Gostaria de agradecer a Iron Galaxy que enviou a versão de PC para análise. O jogo também está disponível para o PlayStation 4 e Xbox One.

Confira abaixo, mais um pouco do gameplay:

AvaliaçãoNota
Jogabilidade 7
Visual 6
Áudio 6

NOTA FINAL

6.33

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