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Análise



Análise The Caligula Effect Overdose

Minha imaginação de Calígula não se aplica a esse jogo

Eduardo Andrade
15/03/2019 18h45

A primeira vista, o jogo The Caligula Effect não chamou minha atenção e levando em consideração que era um remaster de um jogo de PS Vita, menos ainda. Sei que o Vita tem bons jogos, contudo pelas análises lidas, esse jogo não parecia ser um deles. 

O nome Calígula é interessante, pesquisei sobre e em termos simples, ele se dá a conta de participar de algo proibido o que é a cara desse Imperador Romano. Mas isso entra no jogo? 


Vamos lá. 

História 

Uma inteligência artificial com voz sintética (isso as vocaloid do Japão) com o nome de Mu, ganhou consciência e percebeu o quanto a humanidade sofria com seus desejos retraídos. Sendo assim, resolveu fazer algo a respeito e no melhor estilo Anime. Criou um mundo de realidade virtual onde todos ainda estão no colegial e podem viver suas fantasiosas vidas sem problema, o Mobius. 

Nosso(a) protagonista (a criação do avatar pode ser masculino ou feminino) silenciosa percebe que não está no mundo real. A Mu não gostando da idea resolve colocar seus lacaios atrás da nossa protagonista, que na fuga, descobre um incrível clube que quer voltar para casa, o Go Home Club. Ele tem como objetivo voltar para o mundo real é acabar com a farsa. 

Viu tem Calígula aí sim, o pessoal tá lá zuando no mundo virtual. 

(;


Gameplay

Essa é a parte do jogo com grande potencial, um bom RPG de turnos com um monte de mecânicas novas. 

Fora da batalha o jogo tem muitas mecânicas e a mais interessante é o Causality Link, um mapa que mostra todos os “estudantes”. São mais de 500 personagens secundários que fazem parte das tramas. É possivel fazer amizade, descobrir seus segredos e traumas, ajudá-los a superar, desbloquear habilidades especiais para personagem principal ou time. Além de poder colocar esses personagens secundários no seu time e montar diversos tipos de equipe. 


A batalha é confusa no começo, porém seguindo os tutoriais da pra ficar craque e aí começa a diversão. 

Alguns ataques dos inimigos podem ser previstos e com isso, temos a chance com de bloquear antes de acontecer. Na batalha em campo, temos três ações por turno: andar, usar habilidade ou atacar conforme uma ação. Você controla quatro personagens que podem atacar a distância e alguns mais perto. 

É muito bom planejar a tática de cada personagem e depois ver o turno correr. Como o jogo é muito sobre música, as ações aparecem como uma partitura, ficou incrível. 

Áudio e Visual 


Mesmo sendo um remaster, o visual ainda parece um pouco ultrapassado, entretanto, os personagens são muito bem desenhados. 

O grande problema do jogo é o cenário, alguns são labirintos e como ele não ajuda, parece que estamos sempre na mesma área, obrigando a ter o mini mapa grudado no meio da tela. 

A trilha sonora é impressionante e conta com ótimas dublagens. O áudio do jogo está muito bom, acho que a única negativa é a sonoplastia de ataque que não convence, mas ainda assim, não chega nem perto de estragar algo. 

Veredito

The Caligula Effect Overdose é mais um jogo requentado que chega para o Nintendo Switch. 

Para os fãs de RPG é uma ótima notícia, já que ele é muito bom e com horas a frente de puro Grind. 

Prós 

  • Batalha;
  • Trilha sonora;
  • Variedade incrível de personagens. 

Contras

  • Cenários repetitivos;
  • Mapa confuso;
  • Gráficos. 

Agradecemos a NIS pelo envio do jogo para essa análise. 

AvaliaçãoNota
História 7
Jogabilidade 7
Visual 6
Áudio 8
Replay 7

NOTA FINAL

7.00

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