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Análise



Análise Soul Calibur VI

Chegou a hora de parar a espada do mal, mais uma vez!

Eduardo Andrade
06/11/2018 15h01

São poucos os jogos de luta que realmente gosto. Soul Calibur (SC) sei jogar bem e, está na lista dos meus favoritos.

Histórias

Soul Calibur VI nos abençoou com dois modos complexos de história. 

O primeiro é a base do jogo, onde conta a trajetória do personagem Kilik que tenta combater seu lado sombrio, após uma acidente que matou sua amada. Durante o treinamento com um ancião, Kilik descobre mais sobre a Soul Edge, uma espada maligna que está corrompendo guerreiros e recebe a missão de destruir de vez a espada do mal. 


Logo no começo da jornada Kilik conhece Maxi, um pirata que resolve ajudar nosso protagonista em sua missão. Outros personagens aparecem durante a história que ficou bem detalhada e com artes incríveis.

Ainda nesse modo é possível escolher qualquer personagem e ver qual é a sua participação na história principal. Temos até a inclusão do Geralt da série de jogos The Witcher explicando como ele foi parar nesse meio. 

O segundo modo talvez seja o mais longo, conta com a criação de um personagem e a exploração de um gigantesco mapa. 

Zasalamel conta que foi corrompido por uma escuridão que está controlando o mundo e para se livrar dela, será necessário o fechamendo das fendas que estão se espalhando.

O personagem principal pode assumir qualquer estilo de luta trocando de arma. As armas possuem nível, assim como, nosso personagem. Alguns itens podem ser consumido antes da batalha para melhorar o desempenho. 

Algumas fases contam com diferentes tipos de batalha como um chão escorregadio ou um modo que  você só poderá vencer se finalizar com um especial. 

Realmente o mapa é grande e cheio de coisas para fazer. Além de seguir a história você pode explorá-lo para ganhar novas armas, itens ou ainda, procurar novos oponentes para subir de nível. 

Vale lembrar que os níveis dos inimigos acabam por ser só números. Quando ainda não entendia sobre o modo, acabei viajando para uma parte onde os inimigos eram nível 42 e eu 9 (passei sem muita dificuldade). 


Esse modo também conta com escolhas e dependendo da sua, a balança do destino pode pender seu personagem para o mal ou para o bem, que por sua vez, pode desencadear diferentes eventos durante o jogo. 

Ambos os modos servirá para manter o single player do game com um ótimo replay. 

Gameplay

A jogabilidade de SC se mantém nesse jogo. A grande diferença está em uma barra de especial. Com ela podemos usar um golpe extremo, ou seja, um especial de cada personagem ou gastar uma barra para deixá-lo mais forte por um curto período e habilitar algumas diferenças no modo de combate. 

Também é possível esfriar as batalhas com um ataque que leva os personagens a uma disputa parecida com as que tínhamos em Injustice 2. No entanto, ao invés de gastar barra para usar esse movimento, ao acertar você ganhará especial. Ajuda muito os mais inexperientes no jogo. 


Além dos modos citados temos o arcade, nele cada personagem percorre uma sequência de batalhas. O modo versus para jogar local, o online e também o treino para adiar suas habilidades no jogo. 

Na minha opinião, o modo mais importante é o de criação do personagem. Você terá ele do zero, podendo escolher elememtos triviais como: corte de cabelo e acessórios. Já no estilo de luta dentre os diversos já existentes no jogo, temos algumas opções diferentes de armas. 

É possível fazer criações bizzaras, como: anjos com modo de luta do Nightmare, esqueletos com a arma do Kilik ou personagens de qualquer universo que  aparecer, como a conhecida Bowset dos últimos dias.Deixe sua imaginação comer solta.

Ah, também poderá navegar entre personagens criados por outros jogadores e disponíveis online. 

Mas, se por um acaso, você enjoar do seu personagem favorito, basta ir no modo de criação mudar ou iniciar do zero com o estilo de jogo que você já conhece.

PS: A cada três criações que faço, quatro são Kiliks.

Áudio e Visual 

A trilha sonora está impecável, assim como, os efeitos sonoros. O que mais senti falta em SC foi a narração contando a história inicial antes de cada batalha. É simplesmente épico ouvir a variação entre cada personagem. 

O visual não deixa a desejar com personagens impecáveis e movimentações bem fluidas. As armaduras se destroem conforme o avanço das  batalhas.

Dentre todas as qualidades mencionadas, notei que os personagens parecem sem emoção. Explico. Ao finalizar a batalha com um ataque especial a câmera foca no rosto do personagem e normalmente é uma expressão bem MEH. 


Veredito

Foi fácil lembrar porque SC está na minha lista de melhores jogos. A cada lançamento gosto ainda mais. Mal terminei o modo história do personagem e já estou pensando na segunda vez que irei jogar. 

Até agora é o melhor jogo de luta do ano e Super Smash Bros Ultimate terá que ralar muito para tirar esse título. 

Prós 

  • Modo de criação de personagem;
  • Modos Historia;
  • Replay.

Contras

  • Níveis do modo história;
  • Personagens sem emoção. 

Para aqueles que gostam de um bom jogo de luta Soul Calibur VI é uma obrigação ter na biblioteca de jogos, e bora aguardar mais customizações dos personagens nas DLCs.

AvaliaçãoNota
História 9
Jogabilidade 9
Visual 9
Áudio 9
Replay 10

NOTA FINAL

9.20

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