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Análise



Análise | Onimusha Warlords

Seria esse um teste para o retorno da serie?!

Wagner Alves
30/01/2019 15h15

Sempre tive um romance não correspondido com a franquia Onimusha, via ele de longe, gostava, tive um pouco de contanto com o primeiro e o terceiro jogo da franquia na época do PlayStation 2, mas esse flerte acontecia nas locadoras da vida e assim nunca finalizei nenhum dos games. Depois do Onimusha: Dawn of Dreams, a serie caiu num limbo de várias franquias da Capcom e foi esquecida. Mas de repente a Capcom anuncia um Remaster do primeiro game, o que me pegou de surpresa e me deixou super contente, pois finalmente poderia joga-lo ate o fim. E é nesta análise que compartilho com vocês o veredito do que eu achei.

História

Onimusha se inicia em meio a uma guerra, onde vemos o Lord Nobunaga Oda ser morto em batalha. Samanosuke estava nessa batalha e logo parte ao encontro da princesa Yuki, mas a mesma é sequestrada por grupo de forças demoníacas para ser sacrificada para aumento dos poderes de Nobugava, que foi ressuscitado pelos demônios a fim de ser usado. Cabe agora a Samanosuke, com a ajuda da Kunoichi Kaede, resgatar a princesa. Logo nos primeiros minutos de jogo é nos mostrado que só as habilidades de Samanosuke não são suficiente para enfrentar os demônios, então o clã Oni lhe concede um bracelete que é capaz de absorver a energia liberada pela morte dos inimigos, chamadas Genma e controlar "armas" especiais que são liberadas no decorrer do game.

Jogabilidade 

O modo clássico de se jogar ainda está no game, que é o modo 'tanque', igual aos Resident Evil's clássicos. A novidade fica por conta da adição da jogabilidade 3D, que através do analógico o personagem irá para onde você direcionar, está nova jogabilidade é para agradar os novos jogadores e realmente deixa o jogo mais fluido, os poréns no entanto é que por conta das câmeras fixas e mudando conforme você anda pelo cenário, traz um pequeno desconforto de início mas você se acostuma rápido, o outro porém é que usando a nova jogabilidade você tira o lado Survival Horror do game, por que queira ou não a jogabilidade tanque faz parte da experiência. Outra melhoria foi a opção de trocar de arma sem ter que entrar no menu, porém é necessário que o personagem esteja totalmente parado. Jogando com o Samanosuke temos cinco armas que vão sendo disponibilizadas conforme o avançar do game, três corpo a corpo e duas de longo alcance, são elas: Raizan, a espada elétrica é a mais equilibrada entre força e rapidez; Enryuu, a espada de fogo é a mais lenta e a mais forte; Shippuu, a lâmina de duas pontas do elemento vento é a mais rápida e a mais fraca; Arco e flecha e o Rifle são as armas de longo alcance. Já com a Kaede utiliza apenas a espada curta e kunais para ataques a distância.

Visual e Áudio

Levando-se em consideração o original, a Capcom nos entrega uma bela remasterização, não dói aos olhos poder rejogar este clássico. Não me incomodou, mas o que vai incomodar muito a quem nunca teve acesso a franquia anteriormente é o sistema com o cenário pré-renderizado e que agora que está remasterizado destoam um pouco do que realmente é 3D no game, pois é uma tecnologia que datou muito.

A trilha sonora esta perfeita, principalmente na abertura do game, que trilha linda. A ambientação e o clima trazido pela trilha é bem imersiva, no quesito da época em que o jogo se passa. A dublagem japonesa é muito boa, já a americana é bem mediana e fora de sincronismo. O jogo não apresenta dublagem em português, ate aí tudo bem, mas as legendas em português fazem falta e não custava nada. 

 

Replay

O replay do game é algo bem mediano, não há muitas coisas que o faça querer voltar a jogar o game mais e mais. Temos roupas para habilitar e só, se estenderá no game apenas a galera que gosta de fazer os desafios.

Veredito

Gostei muito de poder reviver este game, dessa vez ate o fim, e terminei o jogo com uma sensação de satisfeito. É bacana ver que o game é jogável e divertido ate hoje, a minha duvida porém é se funciona para qualquer um ou se funcionou comigo por gostar do gênero. Mas indico sim a todos, para a galera que gosta da franquia é um game 'compra certa' e para galera que nunca teve contato é a hora e o game certo para iniciar. 

A Capcom podia ter feito um pack com a trilogia remasterizada, mas não foi dessa vez, a empresa é uma das que tem mais franquias abandonadas com o tempo, seria essa remasterização um termômetro para saber se ela deve reviver a serie com um game totalmente novo, não sei, só o tempo dirá. 

Prós:

  • Ressurreição da Franquia
  • Jogabilidade
  • Nostálgico

Contras:

  • Sem extras
  • Podia ser a trilogia

Agradecimentos a Capcom pela cópia cedida para análise, que foi realiza no PlayStation 4.

AvaliaçãoNota
História 7
Jogabilidade 8
Gráficos 7
Áudio 7
Replay 6

NOTA FINAL

7.00

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