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Análise



Análise A Way Out

Aquele multiplayer que você respeita.

Eduardo Andrade
05/04/2018 10h32

Desde que foi anunciado A Way Out, no Video Game Awards estava no meu radar. O anúncio me lembrou um excelente jogo: Brothers Tale of Two Sons. E não era pra menos, o diretor Josef Fares, estava na direção dos dois e isso foi suficiente para me deixar bem  animado.

Mas, vamos ao que interessa!


História

A história inicia com uma conversa entre dois protagonistas Vincent Moretti e Leo Caruso que falam sobre o quê irão fazer quando tudo isso acabar.

Mas, acabar o quê exatamente?

Leo está preso e logo de início acompanhamos o Vincent chegando na prisão. Nesse meio tempo, descobrimos que alguém de fora da prisão está querendo o Leo morto e coloca alguns capangas de dentro da prisão para matá-lo. Uma grande briga começa e Vincent resolve ajudá-lo. Após algumas porradas e facadas os dois param na enfermaria. Com o objetivo de roubar uma ferramenta do local, Leo pede ajuda de Vincent para distrair a enfermeira e o guarda.

Leo planeja fugir e convence Vicent à participar, mas esse plano vai além da fuga, ele deseja matar uma pessoa que está do lado de fora, Harvey e ao que parece Vincent também tem problemas com Harvey.

Então começa a fuga...

Gameplay


Como já era de se esperar, A Way Out divide a  jogabilidade entre dois personagens para resolver o “quebra cabeças”. Só que neste os personagens não tem habilidades próprias, a grande diferença está na personalidade de cada um é isso que influencia no jogo.

Durante o jogo precisamos dos dois personagens se comunicando muito bem e para isso, a tela também se divide assim, podemos ver o que os dois personagens estão fazendo. Para resolver os problemas, as vezes é necessário que cada personagem tome uma ação, por exemplo, quando um tenta distrair o guarda, enquanto o outro realiza outra ação.

Durante as cutscenes a tela fica inteira.

No jogo é possível fazer escolhas baseadas nas personalidades de cada personagem. Você pode seguir a maneira do Vincent e fazer as coisas com mais calma (resolvendo nas palavras) ou escolher o Leo e, partir pra porrada, ameaçar e atirar bala para todo lado.


Multiplayer


A maior atração é o multiplayer. Tanto que, você pode jogar online com um amigo, mesmo se ele não tiver o jogo. Basta apenas um jogador possuí-lo (apenas o que possuir ganhará o troféu/conquista), o outro deverá baixar a versão de teste e aguardar o convite para jogar.

Eu e um amigo da Live @Rafa Reys resolvemos terminar o jogo juntos, da melhor maneira possível do começo ao fim, em um dia!

Rafa escolheu o Vincent, porque não queria jogar com o narigudo. Me restou o Leo (O narigudo).

A primeira coisa que veio a mente quando o jogo começou, foi a GoldenEye do 64, quando a tela se divide, a sensação de estar preparado era igual. 

Para deixar a jogatina um pouco mais difícil meu microfone parou de funcionar, mas mesmo assim fluiu bem e conseguimos terminar em duas horas e meia. Resolvemos rápido e sem dores de cabeça, todos os quebra-cabeças. Durante o gameplay quase todas as escolhas foram feitas pelo Vicent e parece que isso facilitou. A única escolha que tivemos do Leo, foi pela escolha de quem ficaria com a arma.

O jogo tem um plot twist e nessa hora eu garanto, fica muito mais interessante.

A Way Out é repleto de Mini Games desde, uma espécie de vôlei no arcade, até quem consegue se equilibrar mais tempo na cadeira de roda. Como estávamos literalmente correndo, deixamos passar alguns desses.

Veredito


A Way Out não foi uma grande surpresa, eu esperava um Brothers Tale of Two Sons e recebi algo melhor. O multiplayer deixa muito bom, claro que, tem suas limitações, a história não é a melhor parte e tem bastante clichê, mas ainda assim, não diminui em nada a diversão.

A ambientação é impressionante, o tanto de detalhes que temos na prisão (presos com a mão bolso dos outros) e as conversas que podemos ter com os NPCs é muito boa.

O que me incomodou, foi a dificuldade ou melhor dizendo a facilidade. Os personagens tem o poder de regeneração (melhor que do Wolverine) é isso acaba tirando a graça dos tiroteios.

Prós

  • Multiplayer;
  • Quantidade de coisas para fazer;
  • Multiplayer online com só um jogo (mídia).

Contras

  • Dificuldade;
  • Regeneração dos personagens.

Se você está em dúvidas se compra ou não, posso  garantir que ele vale cada centavo, apesar de fazer parte do EA Originals, ainda é um jogo Indie e o preço vale a pena.

A Way Out está disponível para o PC, Xbox One e PlayStation 4. Gostaríamos de agradecer a EA que enviou uma cópia de Xbox One, para que essa análise acontecesse.

Gameplay com spoiler abaixo:

AvaliaçãoNota
História 7
Jogabilidade 9
Visual 8
Áudio 8
Replay 8

NOTA FINAL

8.00

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